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Ararinha Azul
 
Ararinha Azul (**) espécie extinta na natureza
Nome científico: Cyanopsitta spixii
Quanto mede: de 27 a 56 cm
Onde vive: vivia no extremo norte da Bahia ao sul do Rio São Francisco, na Caatinga
Filhotes: de 3 a 4 ovos
Considerada extinta pelo IBAMA, em julho de 2002, é a arara mais rara do mundo! O último exemplar selvagem conhecido dessa espécie e que habitava a região de Curaçá, no sertão da Bahia, desapareceu em outubro de 2000. Este macho de tão solitário (pois sua espécie é gregária, vivendo em grupos) acabou acasalando com uma fêmea de Maracanã (Ara maracana), que também vive no mesmo habitat. Logicamente, mesmo com o casal tentando reproduzir, não houve Filhotes. Existem ainda cerca de 60 exemplares espalhados em cativeiros pelo mundo. Essa espécie foi desaparecendo e sua população, que já era restrita, se extinguiu, devido ao tráfico de animais que a capturava para vendê-la como ave ornamental ou de estimação. A destruição de seu habitat original contribuiu também para o seu desaparecimento. Essa arara é também única na sua aparência. O azul é de um tom diferente, chegando em algumas penas a tornar-se cinzento, cores menos apelativas do que a maioria das araras que conhecemos. O bico é menor em relação às outras espécies e tem uma outra particularidade, possui um pedaço de pele nua de penas de cor cinzento escuro que vai desde a parte superior do bico até o olho, essa parte cinzenta deixa sobressair a cor amarela da íris do olho.Alimenta-se de sementes das caraibeiras, de pinhão, faveleira e de baraúna.